Aos Pais

Bebês nascem, crianças crescem, adolescente se desenvolvem. Tudo isso num longo espaço de tempo, aparentemente curto, pois passa rápido demais, quando vê, já estão na fase adulta, dando início a sua independência.

Os pais, desde a primeira vez que colocam os olhos em seus filhos passam a zelar pela sua segurança e educação, sem deixar de cumprir com suas obrigações diárias, pessoais e profissionais. Sem negar suas necessidades próprias de distração, lazer e até mesmo intimidade. São muitos os compromissos dos quais seu filho ainda não pode participar, havendo assim necessidade de uma solução para que sua rotina não seja tão afetada.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Atividade em grupo

"Para promover a autonomia, é preciso propor à classe atividades coletivas mais estruturadas do que as aulas expositivas." 





Na família e na vida profissional e social, é preciso saber se expressar, consultar, questionar, fazer planos, tomar decisões, estabelecer compromissos e partilhar tarefas. Essas ações, envolvendo aspectos práticos, éticos e estéticos, podem ser relativamente simples, como é o caso de escolher o que preparar para uma refeição ou um trajeto. Outras vezes, são complexas, como estabelecer prioridades num orçamento e atribuir responsabilidades na realização de um projeto. 


Na escola, atividades em grupo qualificariam para desafios como esses, tão necessários na vida social. 
Mas isso frequentemente esbarra em obstáculos.
Quem acha que o papel do professor é só "passar" conhecimentos talvez veja a aprendizagem ativa e interativa como um devaneio teórico ou como ilusões de certas propostas pedagógicas. Isso, na prática, reduz o ensino à instrução individual em massa, quando as classes não são coletivos de trabalho cooperativo. Essa visão leva a uma prática em que só o professor tem a palavra e a interação dos estudantes é desprezada. Por isso, as turmas são simplesmente reunidas - não se pensa em construí-las. Atitudes dessa natureza, aliás, têm o respaldo de famílias que veem um convite à diversão quando se abre espaço à participação dos filhos. 

Já quem reconhece a importância dessa participação ativa e interativa e se dispõe a promovê-la em situações reais enfrenta bem o desafio de colocá-la em prática mesmo em classes numerosas - como mostrou a reportagem Como Agrupo Meus Alunos?, capa da edição de março de NOVA ESCOLA. Para promover a autonomia, não bastam materiais didáticos e um professor protagonista. É preciso propor à classe atividades coletivas mais estruturadas do que as aulas expositivas, pois todos devem estar motivados e conscientes do sentido delas. 

Para isso, cabe ao professor atuar com seus colegas e com a coordenação pedagógica, aliás, com a mesma dinâmica que pretende propor em sala de aula. Além de se perguntar "de que forma a atividade em grupo melhora o ensino da minha disciplina?", é necessário formular outra: "De que forma minha disciplina pode promover nos grupos a aprendizagem cooperativa?" Sim, é possível também ter a disciplina a serviço dessa formação coletiva e não apenas o inverso. Com isso, tem-se o foco na aprendizagem e no desenvolvimento da turma, não somente no ensino de conteúdos. 

É claro que nem tudo deve ser feito de forma coletiva, pois são igualmente essenciais a exposição do professor e tarefas individuais de crianças e jovens, mas é preciso compor esses momentos articulando com coerência as ações pessoais e coletivas. Essa construção conceitual e afetiva depende do trabalho em grupo, em que se desenvolvem afinidade e confiança, identificam-se potencialidades e aprende-se com os demais. Com a diversificação do planejamento, são contempladas as diferentes necessidades e propensões dos alunos. Não só na rede pública, mas especialmente nela, os mais beneficiados por essa construção são os que vêm de contexto cultural limitado, sem outras oportunidades que não as da escola para a sua emancipação. 

As boas escolas desenvolvem práticas apropriadas a cada faixa etária. Isso porque é bem diferente desenvolver conteúdos de instrução em atividades cooperativas se for uma classe de alfabetização com professora única ou se for uma sala de adolescentes com vários professores de disciplinas. Mas a prática faz sentido desde a Educação Infantil até a pós-graduação. Aliás, logo mais estarei com quase 40 mestrandos, que não esperam minha chegada para começar a aula. Já estarão discutindo as leituras da semana em seus grupos de referência. Atitudes semelhantes podem ser encontradas em diferentes cursos, famílias e empresas, mas sempre em coletivos que valorizem a autonomia e a cooperação. 

quarta-feira, 14 de março de 2012

Brincar é coisa Séria

Brincar é tão importante para criança como trabalhar é para o adulto. É o que a torna ativa, criativa, e lhe dá oportunidade de relacionar-se com os outros, sem contar que também a faz muito feliz, por isso mais propensa a ser bondosa, a amar o próximo, a ser solidária.
     A criança não é um adulto que ainda não cresceu. Ela tem características próprias. Para alcançar o pensamento adulto (abstrato), ela precisa percorrer todas as etapas de seu desenvolvimento físico, cognitivo, social e emocional. Seu primeiro apoio nesse desenvolvimento é a família. Posteriormente esse grupo se amplia com os colegas que o cerca.


Escolhendo os brinquedos  
Veja algumas indicações que podem ajudar a escolher os brinquedos:
 • Interesse
É o brinquedo que convida a brincar, que desafia seu pensamento.
 • Adequação:
Deve atender a etapa de desenvolvimento em que a criança se encontra e suas necessidades emocionais, sócio-culturais, físicas e intelectuais.
 • Apelo à imaginação:
Deve estimular a criatividade e não limitá-la.
 • Versatilidade:
O brinquedo pode ser usado de diferentes formas, explorando a inventividade.
 • Composição:
As crianças gostam de saber como o brinquedo é por dentro.
 • Cores e formas:
O colorido, texturas e formas diferentes a estimulam sensorialmente.
 • Tamanho:
Deve ser compatível com sua motricidade (quanto menor a criança, maiores serão as peças do brinquedo).
 • Durabilidade:
Brinquedos muito frágeis causam frustração não somente por que se quebram, mas também porque não dão à criança tempo suficiente para estabelecer uma relação com eles.
 • Segurança:
Este é um dos mais importantes itens na escolha de um brinquedo. Deve ser feito de tinta atóxica, sem pontas e arestas nem peças que possam se soltar.

Contato

Kizy F. Cardoso
(48) 8418-3918 - (48) 9917-5769
sussegodamae@gmail.com
kz_@hotmail.com
Bairro Trindade

Atividade

Atividade de coordenação motora e textual
Fazendo as pazes - desculpas
                                 Bagunça Noturna


Contação de História - Sítio do Picapau Amarelo

                                                                          Que calor pessoal


                                                                   
Hora de brincar

Pousando para Foto
       
Contato com a natureza                                 
Passeio no Shopping
Passeio no Shopping

Passeio no Shopping
Passeio no Shopping


Fazendo arte- esconde, esconde
Cansados - lanche

alimentação/ almoço

alimentação/ almoço




hora do almoço

lanche da tarde/ bolinho de banana